Registro com.br para pessoas físicas

Usei o mesmo título da mensagem que recebi, mas é porque é um ótimo título mesmo. Não sei se a conversa com o Demi Getschko (no ou depois do Campus Party) influenciou, mas o CGI.BR decidiu liberar o registro de domínios com.br mediante o CPF. Aliamos o maravilhoso controle já existente com ainda mais facilidade.

Valeu, CGI.BR! Valeu, Demi!

Vamos lá, pessoal. Escolha um dos nossos planos e tenha o seu espaço na internet.

Prezado(a) Usuário(a),

COM.BR com CPF
————–

Por decisão do CGI.br, o domínio COM.BR, destinado a atividades comerciais genéricas na Internet, também poderá ser registrado sob um CPF. Ou seja, pessoas naturais com atividades comerciais e afins poderão registrar domínios COM.BR.

Esta modificação terá efeito a partir do dia 01/05/2008.

Inicialmente, somente o domínio COM.BR estará disponível nesta nova categoria, genérica, que permite registro tanto com CNPJ quanto com CPF. Lembramos que, para manter a transparência do registro de domínios .br, pessoas físicas responsáveis por domínios COM.BR estarão sujeitas aos mesmos procedimentos das entidades cadastradas previamente.

Verificação DNS
—————

O Registro.br monitora constantemente o correto funcionamento de seus domínios. Fique atento aos avisos de problemas DNS e siga nossas recomendações para evitar problemas aos usuários de seus sítios.

Agradecemos a atenção,

Registro.br
http://registro.br/

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Conexão ao MySQL

No php:

<?php
if ($conexao = mysql_connect("servidor","usuario","senha"))
{
if (!$banco = mysql_select_db("banco"))
{
die("Erro ao conectar ao banco: ".mysql_error());
}
} else {
die("Erro ao conectar ao servidor: ".mysql_error());
}
?>

Em asp:

<%
strConnection = "Driver={MySQL ODBC 3.51 Driver}; SERVER=servidor; DATABASE=nome_do_banco; UID=usuario; PWD=senha;"
%>

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Boas práticas de envio de e-mails

O envio de e-mails de newsletter é algo sensível para os servidores de hospedagem. Ainda que já tenhamos esse tipo de propaganda, ainda é grande o desconhecimento de como realizar o envio de maneira que não sejam identificados como fonte de spam.

O que é spam?

Spam é o termo usado para referir-se aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas. Quando o conteúdo é exclusivamente comercial, esse tipo de mensagem é chamada de UCE (do inglês Unsolicited Commercial E-mail).

O conceito é simple mesmo. Ainda que seja uma só mensagem, caso ela seja indesejada do destinatário já a caracteriza como spam e quem a recebeu pode reclamar aos órgão de controle de abuso da internet.

Diante da reclamação, o IP do remetente vai para análise e inicia-se uma busca por novas reclamações provenientes de envio de mensagens por aquele IP ou de mensagens iguais enviadas por aquele IP (nesse caso, a caracterização de de spam para envio em massa - bulk mail). Após a caracterização o IP entra no banco de dados desses órgão, que propagam a informação para os servidores de e-mail espalhados na internet, que começam a recusar e-mails que vierem daquele IP, ou seja, qualquer domínio que utilize aquele IP para o envio de mensagens é recusado, ainda que não tenha sido o domínio responsável pelo spam.

Nós, da ASPECTO.Net, queremos prevenir nossos clientes destes problemas. Vamos utilizar este espaço, que será sempre atualizado, para divulgar a política de utilização e as práticas corretas do envio de listas de e-mail (as newsletters).

  1. O envio deve ser para um destinatário por vez e não para mais de um endereço ao mesmo tempo;
  2. O envio precisa ser feito com um período entre uma mensagem e outra (de 5 a 10 minutos, por exemplo);
  3. É imprescindível monitorar o retorno dos e-mails inexistentes (ou outros erros) e removê-los da lista de envio;
  4. Dar a opção em todas as mensagens enviadas para que o destinatário possa se descadastrar da lista.
  5. Não iniciar o primeiro contato com o cliente por e-mail, ou seja, o envio do primeiro e-mail, sem prévia autorização do cliente, caracteriza a prática de spam.

Leia também:

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50 perguntas para o Webmaster

Esse texto eu encontrei no Blog do Juliano Barreto. Como é difícil encontrar textos antigos na Info, ainda que existam os endereços das publicações, reproduzo aqui com o devido crédito.

É um texto muito interessante para quem está por trás de qualquer site. Perguntas muito importantes que devem ser vistas e revistas. Claro que cada site tem suas características próprias, então, ao ler as perguntas adeque-as ao planejamento do site. Caso alguma pergunta esteja dentro do planejamento do que se propõe o site e foi respondida negativamente, não hesite em mudar.

Criar um site do zero não é fácil. Só que corrigir defeitos de um site já publicado pode ser ainda mais difícil. Por isso o especialista em marketing online Carsten Cumbrowski compilou essa lista para o blog Search Engine Journal .Se você está prestes a publicar seu primeiro site ou se já é macaco velho na arte de subir páginas dê uma boa olhada nesse questionário. Aposto que pelo menos uma perguntinha vai te surpreender e fazer você correr para o Dreamweaver.

Acessabilidade

  1. O conteúdo está separado por elementos de navegação?
  2.  O site é compatível com vários browsers diferentes?
  3. Os códigos HTML e CSS estão de acordo com os padrões do W3C?
  4. As descrições das fotos (do alt) estão em todas as imagens relevantes?
  5. A informação essencial do site pode ser lida em modo texto ou apenas em flash e imagens?

Navegação

  1. Os links têm textos que indicam claramente para onde eles levam?
  2. Qual é o número de cliques que leva o visitante para a parte mais remota do site?
  3. Se há uma tela de apresentação em Java/JavaScript/Flash, há uma alternativa em HTML simples?
  4. Quando um item ou um link é clicado, ele responde imediatamente?
  5. Os itens clicáveis da interface mostram visualmente que foram acionados?
  6. A navegação é intuitiva? Os ícones são óbvios ou obscuros? Itens clicáveis e não-clicáveis podem ser diferenciados sem dificuldade?
  7. Como é a legibilidade (tipo da fonte, tamanho, estilo) do site?
  8. Há uma declaração clara e curta dos objetivos do site?
  9. Indique caminhos em todas as páginas, não crie ruas sem-saída.
  10. Há uma mapa do site? Se não, existe uma busca por palavra-chave?

Design

  1. O design do site é estéticamente atraente?
  2. As cores usadas são harmoniosas e logicamente relacionadas?
  3. As cores e o contraste podem atender quem tem deficiências visuais?
  4. O design é apropriado para a audiência do site? Levando em conta que as pessoas devem ler o conteúdo do site sem fazer nenhum ajuste no seu navegador.
  5. As fontes são legíveis em várias resoluções de tela?

Conteúdo

  1. O site tem pouco texto mas não é informativo?
  2. As regras de copywriting e regras de uso estão claras para a sua audiência?
  3. Os blocos de texto estão separados em linhas com menos de 80 caracteres?
  4. O texto pode ser redimensionado via browser ou o CSS restringe alterações?
  5. O contraste entre a cor do texto e o background facilita a leitura?
  6. O texto está separado em pequenos blocos, com trechos destacados, parágrafos e sub-parágrafos e facilidade para cópia, quando necessário?
  7. Existem links para explicar jargões técnicos e indicar mais detalhes sobre os artigos?
  8. Você já criou a página “Sobre esse site” que identifica o autor do conteúdo e dá crédito para outras pessoas que contribuem para a página?
  9. Há testemunhos de usuários do site? Você os publica?
  10. Você atualiza regurlamente o site ou é motivado pela frase: ‘coloque no ar e esqueça’?

Segurança

  1. Há algum falha de segurança óbvia?
  2. Como os formulários reagem ao uso de caracteres especiais?
  3. Os diretórios pessoais estão protegidos com senha .htaccess?
  4. Diretórios como cgi-bin e images estão bloqueados ou protegidos com configurações que limitam as permissões de acesso a eles?
  5. As informações dos clientes estão guardadas online? Se estão, elas estão protegidas contra acessos externos?

Outras considerações técnicas

  1. O site carrega rápido –mesmo para quem tem conexão discada?
  2. Todos os links internos e externo estão funcionando?
  3. Os scripts estão funcionando sem exibir erros?
  4. O site está livre de problemas causados pelo servidor?

Outra considerações sobre marketing

  1. O site está otimizado para os mecanismos de busca (ênfase no texto essencial, tags, etc.)?
  2. A página inicial convida o usuário a ir mais fundo no site?
  3. O site tem elementos que encorajam visitas futuras ou a indicação para outros visitantes?
  4. O Robots.txt está configurado?
  5. Há um mapa do site?
  6. Todas as páginas podem ser acessadas por meio de um link simples de HTML?
  7. Quanto texto sobra na página depois de remover todas as imagens, applets e Flash?
  8. As páginas podem ser acessadas apenas por uma URL ou tem vários links disponíveis, com conteúdo duplicado?

Coisas legais e legitimação

  1. Você oferece informações como um número de telefone e um endereço real? Ou pelo menos um e-mail que não seja webmaster@algumacoisa.com?
  2. A página tem uma declaração de Termos de Uso para evitar que possíveis reclamações sobre o controle de material com direitos autorais protegidos recaiam sobre o site?
  3. Há uma definição sobre a privacidade dos usuários que informam seus e-mails e outras informações pessoais?

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O que é DNS e propagação de DNS?

DNS

(Fonte: Wikipedia)

O DNS (Domain Name System - Sistema de Nomes de Domínios) é um sistema de gerenciamento de nomes hierárquico e distribuído operando segundo duas definições:

  • Examinar e atualizar seu banco de dados.
  • Resolver nomes de servidores em endereços de rede (IPs).

O sistema de distribuição de nomes de domínio foi introduzido em 1984 e com ele os nomes de hosts residentes em um banco de dados pôde ser distribuído entre servidores múltiplos, baixando assim a carga em qualquer servidor que provê administração no sistema de nomeação de domínios. Ele baseia-se em nomes hierárquicos e permite a inscrição de vários dados digitados além do nome do host e seu IP. Em virtude do banco de dados de DNS ser distribuído, seu tamanho é ilimitado e o desempenho não degrada tanto quando se adiciona mais servidores nele.

A implementação do DNS-Berkeley, foi desenvolvido originalmente para o sistema operacional BSD UNIX 4.3.

A implementação do Servidor de DNS Microsoft se tornou parte do sistema operacional Windows NT na versão Server 4.0. O DNS passou a ser o serviço de resolução de nomes padrão a partir do Windows 2000 Server Como a maioria das implementações de DNS teve suas raízes nas RFCs 882 e 883, e foi atualizado nas RFCs 1034 e 1035.

O servidor DNS traduz nomes para os endereços IP e endereços IP para nomes respectivos, e permitindo a localização de hosts em um domínio determinado. Num sistema livre o serviço é implementado pelo software BIND. Esse serviço geralmente se encontra localizado no servidor DNS primário.

O servidor DNS secundário é uma espécie de cópia de segurança do servidor DNS primário. Quando não é possível encontrar um domínio através do servidor primário o sistema tenta resolver o nome através do servidor secundário.

Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas Réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.

Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta.

Propagação de DNS

É quando o servidor que guarda as informações de DNS de um domínio (geralmente o servidor que o hospeda ou o servidor do órgão de registro) envia novas entradas daquele domínio (o próprio registro daquele domínio, subdomínios etc) e novos protocolos de serviço (SMTP, POP3, FTP etc).

As informações de atualização ocorrem tanto na própria atualização do servidor de DNS responsável pelo domínio, evento chamado de publicação de DNS, quanto pelos servidores que vêm requisitar ao servidor final as atualizações que ocorreram, que é a requisição de DNS.

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